Monthly: Abril e Maio

Oi, como vai você?

Como minhas desculpas para ficar muito tempo sem postar já não são mais válidas, vamos direto ao assunto.

 

Abril

Abril.

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Abril foi um mês gostoso, em vários sentidos. Mês da páscoa. Ganhei 3 ovos da rádio (um deles trufadíssimo, da Cacau Show… engordei só de sentir o cheiro), um no amigo secreto de lá e um da minha sogra. Quando fui comprar o ovo de páscoa da minha amiga secreta, fiz um pequeno gesto que me fez feliz pelo resto da noite (conto isso em outro post). Li sobre alguns atos que fizeram minhas esperanças na humanidade serem restauradas, como a do homem que perdeu seu celular, que foi parar na China, e com isso arranjou uma amizade pro resto da vida (tá em inglês, mas JURO que você não vai se arrepender de ter que traduzir, J-U-R-O, j u r o), essa foto de um cara que esqueceu o carro aberto e se surpreendeu com o que encontrou ao voltar, esse moço que contou pro irmãozinho que era gay e se surpreendeu com a resposta dele, esse comercial que jogou azeitona na família tradicional, esse porteiro que foi demitido por ser legal demais e os moradores do prédio fizeram petição por sua volta e esse menininho que se despediu do seu peixinho falecido [chora baldes]. Teve muita discussão sobre a possível diminuição da maioridade penal. Achei incrível a quantidade de coisas que passam pela minha cabeça antes de dormir. Dei mais valor para o que me faz bem. Fui à uma festa dos anos 60. Comi muita comida japonesa. Senti saudades da infância (volta Rouge, volta RBD). Fiz uma bolsa. Comprei a coleção completa dos livros do Harry Potter (finalmenteee e e e). O Matheus deu uma flor pra minha mãe pelo dia da sogra. A banda Fly foi à rádio… e as fãs deles também. Vi esse cara que criou uma parede de post-its no escritório e babei na criatividade. Fui ao Paris 6 pela primeira vez. Chorei baldes com “P.S.: Eu Te Amo” pela milésima vez e “A Outra História Americana” e claro que o Matheus teve que aguentar esse choro todo, hahaha. Assisti Bates Motel. Vi o Ed Motta sendo um babaca e a explosão do Dubsmash. Ganhei um “Jardim Secreto” e pintei só um desenho. Conheci a priminha do Matheus que nasceu em março… Bem-vinda, Alice! ❤

 

Maio

Maio.

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 Maio foi um mês de novidades. O Gustavo veio pra São Paulo e ele e o Matheus se conheceram! Fomos ao restaurante japa com a decoração mais descolada dessa vida e rimos muito. Conheci o Allianz Parque, a Arena do meu Verdão. Fui lá duas vezes: em uma empatou, na outra perdeu (#MatheusPéFrio). Vi também o asno do Dudu (jogador do Palmeiras) entregar o título do Campeonato Paulista pro Santos. Voltei a desenhar. Refleti sobre questões como energia, positividade e tudo de bom que há nesse mundão. Senti muita falta de Orange Is The New Black (agora faltam poucos dias! <3). Assisti “Little Miss Sunshine” de novo, “Johnny & June” (história do Johnny Cash, super recomendo), “Mac & Devin Go To High School” (história de como o Snoop Dogg desviou o Wiz Khalifa, hahaha), “A Lista de Schindler” e “Chef” (um dos melhores que já assisti <3). Exato, não assisti “Velozes e Furiosos 7” e nem “Os Vingadores” por motivos de falta de tempo. Pela primeira vez, dei um presente de dia das Mães pra minha Mamis com meu próprio dinheiro (#WorkHard). Teve greve dos professores, com toda a razão possível (e ainda tá tendo!). Conheci o Maurício Meirelles, do CQC. Aprendi a fazer arroz doce. Fui ao museu do futebol, aprendi muita coisa sobre a história do esporte, chutei a bola em um simulador de pênaltis (e minha sapatilha voou junto). Vi muitos vídeos de bebês, cachorros e gatos e babei, como de costume. Fui para o interiorrr respirar um ar puro. Entrei de férias da rádio, o que não quis dizer que fiquei sem fazer nada, já que chegou a epóca das provas (que os jogos comecem). O Luan Santana fez estúdio ao vivo na rádio e eu conheci o Rodrigo Faro, que esteve por lá também. Meu grupo e eu apresentamos nosso primeiro trabalho de rádio, um programa de variedades de 20 minutos. Conheci o Pico do Jaraguá (247 degraus subidos e descidos com sucesso, com o plus de chegar ao topo e encontrar vários macaquinhos do mal). Fui à Pirituba ajudar o Matheus com um trabalho da faculdade e lá conhecemos uma senhorinha simpática que tinha uma loja de artigos de umbanda. Ganhamos um hamsa (mão de Deus) pra colocar no retrovisor do carro, incensos e, de cantinho, ela me deu um presente secreto [insira aqui muitos, muitos risos]. Fui com a família do Matheus ao show do Capital Inicial e eu me esguelei com “Natasha”, outras músicas antigas deles, algumas músicas do Charlie Brown e do Legião Urbana. O priminho australiano do Matheus nasceu! Bem-vindo, Stefan! ❤

Até logo (: xx

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